Saiba Calcular Corretamente Tensão, Corrente e Potência em Vídeo Aula


Olá amigo do Eletrotube ! Está gostando dos nossos vídeos ? Espero que sim e convidamos você a conhecer o Blog Clube do Instalador, lá você encontrará centenas de matéria sobre elétrica, automação, telecomunicações e muito mais !

Corrente elétrica é o fluxo ordenado de partículas portadoras de carga elétrica ou o deslocamento de cargas dentro de um condutor, quando existe uma diferença de potencial elétrico entre as extremidades.

A potência elétrica é uma grandeza física que mede a quantidade de trabalho realizado em determinado período de tempo, ou seja, é a taxa de variação da energia, de forma análoga à potência mecânica. Um forno elétrico industrial, por exemplo, tem uma potência maior do que um ferro elétrico doméstico, pois tem uma capacidade de produzir uma quantidade de calor maior num mesmo intervalo de tempo.

Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica mesmo quando existe uma diferença de potencial aplicada.



Tudo que você precisa saber sobre Capacitores







Capacitores são encontrados em praticamente todos os equipamentos eletrônicos, nas mais diversas formas e tamanhos. Estes componentes também são bastante críticos, devendo ser usados com muito cuidado. Entender suas especificações, conhecer os tipos existentes e suas características é de vital importância para todo o praticante da eletrônica. Neste artigo procuramos abordar tudo que há de importante nestes componentes. Os capacitores são encontrados em todos os equipamentos eletrônicos. Se bem que seu princípio de funcionamento seja muito simples, a maneira como os capacitores podem ser construídos varia bastante, o que nos leva a uma grande variedade de tipos. A finalidade básica de um capacitor é apresentar uma capacitância num circuito, ou seja, armazenar cargas elétricas e através desse armazenamento ter determinados efeitos sobre um circuito. Houve tempo em que estes componentes eram chamados ‘”condensadores” e, até hoje, alguns fazem isso, porque antigamente acreditava-se que estes componentes tenham a propriedade de “condensar” a eletricidade. Na figura 1 temos o símbolo utilizado para representar os capacitores fixos de diversos tipos e seus aspectos típicos. Denominamos capacitores fixos aqueles que têm uma capacitância determinada pela sua construção, diferentemente dos capacitores ajustáveis e variáveis que podem ter sua capacitância alterada por uma ação externa. Basicamente um capacitor é formado por dois eletrodos metálicos os quais são denominados “armaduras”, sendo elas separadas por um material isolante denominado “dielétrico”. O dielétrico pode ser o papel, vidro, poliéster styroflex, mica, ar e mesmo o vácuo. Para muitos tipos de capacitores o dielétrico dá nome ao capacitor. Assim, um capacitor de poliéster tem este material plástico como isolante. Quando ligamos às armaduras de um capacitor um gerador (uma bateria, por exemplo), a armadura ligada ao pólo positivo da pilha se carrega positivamente, enquanto que a outra carrega-se negativamente. A quantidade de cargas armazenadas na armadura positiva é a mesma que a armazenada na armadura negativa, diferindo apena quando à polaridade, conforme mostra a figura 2. Mesmo depois de retiramos a bateria do circuito, o capacitor mantém em suas armaduras as cargas elétricas e estas apresentam a mesma diferença de potencial da bateria que foi conectada. Dizemos que o capacitor se encontra carregado. Para descarregar um capacitor é preciso oferecer um percurso para que as cargas de uma armadura fluam para a outra e ocorra a neutralização. Assim, interligando as armaduras por um circuito externo, os elétrons da armadura que os tem em excesso (negativa) fluem para a positiva, ocorrendo a neutralização. Temos então a descarga do capacitor, conforme mostra a figura 3. A relação entre a quantidade de cargas (Q) que pode ser armazenada num capacitor e a tensão (V) que mantém estas cargas nas armaduras é denominada capacitância ou capacidade do capacitor (C), sendo medida em farads (F). C = Q/V Veja que, quanto maior for a tensão aplicada a um capacitor, maior é a quantidade de cargas que ele pode armazenar, pois a capacitância é constante e depende dos seguintes fatores. a) Superfície das armaduras: quanto maiores forem as armaduras, maior será a capacitância do capacitor. Nos tipos comuns, uma maneira de se obter maior capacitância, consiste em se usar armaduras flexíveis no formato de tiras, colocando entre elas o dielétrico e depois enrolando-se estas tiras de modo a ocupar pequenos espaços. Os capacitores deste tipo são denominados “tubulares”. Na figura 4 temos um exemplo de capacitor deste tipo. b) Distância de separação entre as armaduras: quanto maior for a separação entre as armaduras, menor será a capacitância. Não devemos aproximar muito as armaduras uma da outra, porque com isso, pode ocorrer a ruptura do dielétrico com tensões mais altas, ou seja, a corrente pode “saltar” entre as armaduras. A tensão máxima de um capacitor é justamente determinada pela espessura do dielétrico. c) Natureza do dielétrico ou seja, da “constante dielétrica” da substância usada como isolante. Os capacitores mais comuns, usados nas aplicações práticas são os de dielétricos de diversos tipos de plásticos (styroflex, poliéster, etc.) e os cerâmicos, além de encontrarmos os tipos de mico nas aplicações mais críticas. Temos também tipos especiais denominados eletrolíticos como os de alumínio, tântalo e nióbio que possuem dielétricos químicos, dos quais falaremos mais adiante. As principais propriedades elétricas dos capacitores são as seguintes: a) Como existe um isolamento entre as armaduras de um capacitor, entre os terminais deste componente não podem circular correntes contínuas. b) Os capacitores permitem a circulação de correntes alternadas pelo processo de carga e descarga. c) Os capacitores dificultam mais a passagem das correntes de freqüências mais baixas. Na prática é comum expressarmos a capacitância de um capacitor através de submúltiplos do farad (que é uma unidade muito grande). Temos então: Microfarad (uF) = 0,000 001 Farad = 10-6 F Nanofarad (nF) = 0,000 000 001 Farad = 10-9 F Picofarad (pF) = 0,000 000 000 001 Farad = 10-12 F Associação de Capacitores Associar capacitores é ligá-los em conjunto de modo a combinar seus efeitos num circuito. Isso pode ser feito basicamente das seguintes formas: Associação em Paralelo Dizemos que dois ou mais capacitores estão associados em paralelo quando suas armaduras positivas são interligadas e da mesma forma as armaduras negativas, conforme mostra a figura 5. A capacitância total que uma associação deste tipo apresenta depende da capacitância dos capacitores associados. Podemos, neste caso, dizer que a capacitância equivalente a uma associação de capacitores em paralelo é igual à soma das capacitâncias dos capacitores associados. Podemos escrever uma fórmula para expressar isso: C = C1 + C2 = C3 + ........... + Cn Onde: C é a capacitância equivalente C1, C2 ... Cn são as capacitâncias dos capacitores associados. Veja que todos os capacitores devem estar expressos pela mesma unidade. Propriedades da Associação de Capacitores em Paralelo: 1. Todos os capacitores ficam submetidos à mesma tensão 2. O capacitor de maior valor fica com a maior carga Associação de Capacitores em Série Dizemos que dois ou mais capacitores estão ligados ou associados em série quando a armadura positiva do primeiro fica livre, tornando-se o terminal positivo da associação. A armadura negativa do primeiro é ligada á positiva do segundo, a negativa do segundo à positiva do terceiro e assim por diante até que no último a armadura negativa fica livre e se torna a armadura negativa da associação, conforme mostra a figura 6. A capacitância total apresentada pela associação dependerá dos valores de todos capacitores associados. Podemos dizer que “o inversor da capacitância equivalente será igual à soma dos inversos das capacitâncias associadas”, ou expressando isso de uma forma matemá ou expressando isso de uma forma matemiados. Podemos dizer que "va da associaçositivo da associaç seguintes formas: armazenadatica. A capacitância total apresentada pela associação dependerá dos valores de todos capacitores associados. Podemos dizer que “o inverso da capacitância equivalente será igual à soma dos inversos das capacitâncias associadas” ou de uma forma matemática mais apropriada: 1/C = 1/C1 + 1/C2 + 1/C3 + .......... = 1/Cn Onde: C é a capacitância equivalente à associação C1, C2, C3...Cn são as capacitâncias dos capacitores associados. Veja que todas as capacitâncias devem estar expressas no mesmo submúltiplo do Farad ou em Farads. Exemplo de cálculo: Qual é a capacitância que se obtém quando ligamos em série capacitores de 3 µF, 12 µF e 12 µF conforme mostra a figura 7? Neste caso: C1 = 3 µF C2 = C3 = 12 µF Aplicando a fórmula: 1/C = 1/3 + 1/12 + 1/12 Reduzindo ao mesmo denominador: 1/C = 4/12 + 1/12 + 1/12 Fazendo a soma dos numerados: 1/C = 6/12 Resolvendo: C = 12/6 = 2 µF A capacitância equivalente é portanto 2 µF As principais propriedades da associação de capacitores em série são: a) A capacitância equivalente é sempre menor do que o menor capacitor associado b) Todos os capacitores ficam com a mesma carga c) O maior capacitor fica submetido à menor tensão. Tipos de capacitores Existem diversos tipos de capacitores os quais se diferenciam tanto pela técnica de construção como dos materiais. Essas diferenças dotam estes capacitores de propriedades específicas, que os torna ideais para determinados tipos de aplicação. São os seguintes os principais tipos de Capacitores: a) Tubulares de papel e óleo - Na figura 8 temos os aspectos destes capacitores que atualmente são pouco usados. Estes capacitores eram praticamente os que predominavam nos equipamentos valvulados antigos. No entanto, o papel se deteriora e passa a apresentar fugas, levando á necessidade de substituição freqüente destes componentes. Nestes capacitores, temos duas tiras de metal (alumínio) e entre elas uma tira de papel (isolante). Nos tipos de papel, utilizava-se uma folha de papel seco e nos tipos a óleo, uma folha impregnada de um óleo com características dielétricas importantes. Veja que o fato destes capacitores serem enrolados, as armaduras se comportam como uma bobina, o que os leva a apresentar uma certa indutância. Isso impede que eles sejam usados de forma eficiente em circuitos de altas freqüências. b) Capacitores planos – são capacitores em que as armaduras são planas assim como os dielétricos, como ocorre com capacitores de mica e cerâmicos mostrados na figura 9. Esta técnica permite obter capacitores com baixas indutâncias, ideais para aplicações em circuitos de altas freqüências. c) Capacitores de poliéster – trata-se de um tipo bastante comum de capacitor que utiliza uma espécie de plástico, sendo obtido colocando-se folhas de alumínio como armaduras e folhas de poliéster entre elas, para formar o dielétrico. Sua construção pode levar tanto a capacitores planos como tubulares, conforme mostra a figura 10. Para estes tipos, entretanto as características do poliéster o tornam não apropriado para aplicações em circuitos de altas freqüências. Uma variação é o poliéster metalizado, onde a armadura é feita pela deposição eletrolítica de uma fina capa de metal sobre o poliéster. d) Capacitores de papel e óleo – são construídos colocando-se entre duas folhas de alumínio papel comum ou papel embebido em óleo. São tubulares e suas características os torna apropriados apenas para aplicações em circuitos de baixas freqüências. Já não mais são utilizados nas aplicações modernas. Na figura 11 temos os aspectos típicos destes capacitores. e) Capacitores de mica – nestes capacitores duas placas de metálica são colocadas de modo a haver uma ou mais folhas de mica entre elas,formando o dielétrico. Como a mica não é flexível, estes capacitores só admitem a construção plana. Como a mica é um material muito estável e com propriedades ideais para aplicações em altas freqüências, estes capacitores são empregados em instrumentação, transmissão e outras aplicações semelhantes. Na figura 12 temos os aspectos típicos destes capacitores. f) Capacitores cerâmicos – estes são os mais comuns atualmente. Um tipo comum é tubular, se bem que suas características não sejam indutivas, é obtido a partir de um tubo oco de cerâmica sendo depositadas por meios eletrolíticos uma armadura internamente e outras externamente, conforme mostra a figura 13(a). Outro tipo é obtido com pedaços planos de cerâmicas onde as armaduras são depositadas nas faces, conforme mostra a figura 13(b). para se obter maior capacitância podem ser empilhados diversos conjuntos. Pelas suas características estes capacitores podem ser usados numa ampla gama de aplicações que vão dos circuitos de corrente contínua aos circuitos de frequências muito altas. g) Capacitores eletrolíticos – estes capacitores são construídos a partir da formação de uma camada de óxido de alumínio (eletrolíticos de alumínio) ou óxido de tântalo (para os capacitores de tântalo) numa armadura do mesmo metal. Como a camada de óxido é muito fina e tem uma constante dielétrica elevada, podem ser obtidos capacitores de valores elevados ocupando pequeno espaço. Na figura 14 temos os aspectos mais comuns para estes capacitores. Veja entretanto que, pelas suas características estes capacitores não se prestam à aplicações que envolvam sinais de freqüências elevadas. São mais usados em desacoplamento, acoplamento e filtragem de sinais de baixas freqüências. h) Outros tipos – existem outros tipos de capacitores menos comuns, com as nomenclaturas dadas pelos materiais usados nos dielétricos. Temos ainda a considerar os eletrolíticos de nióbio que começam a se tornar comuns. Capacitores SMD Os componentes para montagem em superfície (SMD) são utilizados nas montagens de equipamentos que devem ser compactos e mesmo em muitos outros, onde se deseja que o mínimo de espaço seja ocupado. Estes componentes têm reduções muito pequenas e para os capacitores isso também ocorre. Conforme mostra a figura 15 podemos encontrar capacitores de diversos tipos em invólucros SMD. A identificação destes componentes é dada por um código especial, e saber se temos diante de nós um capacitor ou outro componente exige atenção e análise ao diagrama, pois os seus aspectos são os mesmos de outros componentes como resistores, indutores, diodos, etc.

Conheça Tudo Sobre Contatores de Potência



Este dispositivo tem por finalidade principal o seccionamento das 3 fases do sistema trifásico de alimentação permitindo com que o contator de potência atue como um interruptor para o motor elétrico por exemplo.

Desta maneira podemos ter o controle da alimentação pelo simples fato do contator ser acionado ou desacionado.
Normalmente utilizado para o acionamento de motores elétricos trifásicos, você também encontrará este dispositivo comandando banco de resistências, banco de capacitores, autotransformadores, sistemas de iluminação e etc…

As categorias de empregos definida pela IEC-947-4 fixam os valores de correntes que o contator deve estabelecer ou interromper. Elas dependem:
Da natureza do receptor controlado: motor de gaiola ou de anéis, resistências
Das condições nas quais se efetuam os fechamentos e as aberturas: motor em regime ou bloqueado ou em partida, inversão do sentido de rotação, frenagem por contracorrente.


Você encontrará basicamente 4 categoria de empregos, são elas:


AC-1
AC-2
AC-3
AC-4

A categoria de emprego AC-1 determina que os contatores fabricados para este grupo atenderá cargas elétricas cujo qual o fator de potência é de no mínimo 0,95, ou seja, normalmente cargas resistivas.
No caso da categoria AC-2 temos um grupo definindo que o contator poderá comandar partida e desligamentos, frenagem por contracorrente e partida por impulsos em motores de anéis coletores.

Um detalhe importante é que normalmente a corrente de partida destes sistemas são de aproximadamente 2,5 vezes a corrente nominal.

A mais comum é a categoria de emprego AC-3 que tem como aplicação principal a partida de motores com rotor gaiola e desligamento efetuado com o motor em regime.
A corrente de partida destes motores podem chegar de 5 a 7 vezes a corrente nominal.
A categoria AC-4 é sem dúvidas a mais robusta, que permite a manobra dos do contator a plena carga, comandos intermitentes e inversão.

Trata-se principalmente de acionamentos de motores do tipo gaiola ou anéis como são os casos de motores aplicados em tornos, trefilas, ponte rolantes e etc…

Sobre o Relé de estado Sólido



Como funcionam os Relés de Estado Sólido (ART651)


Os dispositivos eletromecânicos encontrados nos equipamentos eletrônicas estão cada vez mais sendo substituídos por equivalentes de estado sólido. Este é o caso dos relés de estado sólido (SSR - Solid State relays) que cada vez mais substituem os equivalentes eletromecãnicos (EMR - Electro-Mechanical Relays). Veja neste artigo como funcionam estes dispositivos e as suas principais vantagens. Neste artigo revisado em 2012 temos uma abordagem importante do assunto que pode ser complementada pela leitura do livro Relés- Funcionamento e Aplicações do mesmo autor deste artigo.



Os relés eletromecânicos (EMR) combinam uma parte elétrica como um sistema mecânico de acionamento. Neles, conforme mostra a figura 1, uma bobina, ao ser energizada atrai uma armadura que movimenta um conjunto de contactos que são responsáveis pela ação do dispositivo num circuito elétrico.

Além do tamanho, estes componentes têm por desvantagem a presença de partes mecânicas móveis que se desgastam, produzem ruído ao operar e além disso os contactos que estão sujeitos a diversos problemas como, por exemplo, o repique e a produção de ruídos de natureza elétrica. Num relé de estado sólido o que temos é um circuito de acionamento formado por um acoplador óptico, o qual ao ser energizado faz com que um FET de potência conduza intensamente a corrente, conforme diagrama de blocos mostrado na figura 2. 

Na prática, o emissor e o receptor são montados num invólucro muito pequeno, havendo uma separação entre eles e eventualmente um material que aumente o isolamento. Nas figuras abaixo temos algumas técnicas utilizadas para a disposição dos elementos de um SSR.

Como Instalar uma Fotocélula


Sobre o Relé de Fotocélula A finalidade deste artigo é apresentar uma fotocélula programável, com temporizações para aplicações comerciais e domésticas, reduzindo drasticamente seu consumo de energia e cuidados. Este circuito está implementado com temporizadores que, após programado pelo usuário, temporizam suas funções até a sua plena desativação.

1. INTRODUÇÃO Fotocélulas em geral são sinônimo de equipamentos para iluminação pública, com finalidade de ligar e desligar uma luminária. Operam em 220V, não permitindo sua utilização em aplicações comerciais, ou mesmo domésticas. Atuam com a variação do nível de iluminamento, segundo norma ABNT*, que é de 3 lumens para acionamento ao entardecer e 18 lumens para desligamento ao amanhecer. Neste artigo apresentamos uma fotocélula com tempo de funcionamento programável, podendo ser ajustado para cinco, seis ou sete horas, e posteriormente ser acionada por sensores distribuídos em pontos estratégicos, tais como portas de entrada, portões ou mesmo janelas. 

O tempo de funcionamento desta função pode ser ajustado também para quinze, vinte ou vinte e cinco minutos. Seu funcionamento, segue as normas ABNT para nível de iluminação.



Conhecendo Melhor Algumas Câmeras de Infra Vermelho


Tire algumas duvidas pois há diversos tipos e modelos de câmeras para CFTV, no entanto estas 3 câmeras em minha modesta opinião são o carro-chefe para qualquer sistemas de circuito fechado de TV e independente de qualquer marca de DVR que esteja ou venha à utilizar, irá lhe atender em todas suas expectativas, no entanto há outras marcas/modelos como HDL, JFL, Giga Security, entre outras que mereçam uma comparação melhor e podem ser adquiridas sem medo também.

Câmera CFTV Top Way CI-70CM plus

Sensor de Imagem SENSOR 1/3" MEGAPIXEL
Resolução Horizontal 600 TV Linhas
Iluminação Mínima 0 Lux (LED On), 3.0 Lux (LED Off) @ F1.2
IR-LED 55 pçs IR-LED (λ : 850nm )
Distância de Visibilidade IR-LED Mínimo 30M
Consumo de Energia DC12V ± 10%, 650mA Max (LED On)
Lentes (Padrão) 6.0mm F#2.0
Tipo Sinal NTXC, PAL
Sistema de Escaneamento 2 : 1 Entrelaçado
Tipo de Sincronismo Interno
Saída de Vídeo 1.0Cp-p Compost / 75 ohm
Controle de Ganho AUTO
Relação de Ruído maior que 48dB (AGC desligado)
Velocidade do Obturador 1/60~1/62,500(NTSC), 1/50~1/52,000(PAL)
Gama r=0.45
Temperatura de Operação -10°C ~ +50°C
Dimensões (sem suporte) 79(L) x 77(A) x 101(P)


Câmera CFTV Tec Voz HD-TVI IR 30m

Modelo TCB-1028
Tipo Câmera Bullet HD-TVI Infra Red 30m
Uso Interno / Externo
Semicondutor tipo CCD DIGITAL
Tamanho 1/3 1.0 Mega Pixels (720p)
Elementos de Imagem (Pixels) ativos (H x V / NTSC) 
Intensidade - Iluminação Mínima 0 Lux
Balanço de Branco (White Balance) Automático
Shutter Eletrônico Automático
Modo Day-Night Automático
Recursos Adicionais Smart IR
Sistema de Varredura Progressive Scan
Tipo de Sincronismo Interno
Frequência de Varredura (H x V)15.734 KHz(H)x 60 Hz (V)
Gamma 0.45
Infra-Vermelho 36x
Alcance Até 30m
Frequência3.5E+14Hz
Saída BNC
Nível de Ruído Maior que 52dB
Iluminação Mínima (Modo Color) 0.01 Lux @ (F1.2, AGC ON)
Iluminação Mínima (Modo P/B) 0 Lux (ICR Ligado)


Câmera CFTV Intelbras VHD 3030 B

Sensor1.0 Megapixel
Pixels efetivos1280 (H) x 720 (V)
Linhas horizontais1280 H
Resolução realHD (720p)
Lente3,6mm ou 6mm
Ângulo de visão74º (H) x 46º (V) (3,6 mm) 49º (H) x 28º (V) (6 mm)
Alcance IR30 m
IR inteligenteSim
Dia e Noite, BLC e AGCSim
Consumo máximo4W (450mA)
Tensão12 VCC
Grau de proteçãoIP66
Local de instalação Interno e externo




Treinamento em Pressostatos com Acionamentos e Regulagens



Os pressostatos são instrumentos de medição para o controle e segurança de equipamentos que atuam sob pressão, acoplado a estes pressostatos existem dispositivos atuantes para indicação, acionamento e desacionamento de outros comandos, como relés, contatoras, motores, termostatos entre outros.


Os pressostatos podem atuar com líquidos, gases ou ar e podem controlar tanto uma pressão interna de um tanto quanto externa em tanques para nível de agua, encontrados em maquinas de lavar

Por atuarem principalmente como dispositivos de segurança, os pressostatos devem ser aferidos e trocados de acordo com seu ciclo de vida util conforme seu fabricante, isto de forma rigorosa e controlada, veja um vídeo de como regular e aferir um pressostato.


Passo a Passo Instalação de Disjuntor DR e IDR



Muitos eletricistas não gostam de utilizar os disjuntores IDR ou simplesmente DR principalmente em instalações antigas e mal feitas, obvio pois estes dispositivos foram feitos para proteger pessoas contra curtos e descargas, tudo que uma instalação antiga promete.

IDR é a sigla para Interruptor Diferencial Residual, DR é a sigla para Diferencial Residual, o que demonstra que DR é outra maneira de nomear o IDR. DDR é a sigla para Disjuntos Diferencial Residual. O IDR se diferencia o DDR, pois ele não funciona como disjuntor, o que é o caso do DDR.


 O "DR" nada mais é do que um "dedo duro" para os eletricistas. A função do DR é acusar e "desarmar" o circuito caso haja a fuga de corrente elétrica numa instalação. Essa "fuga elétrica" pode ser um simples cabo/fio descascado "dando massa" em algum lugar da edificação, bem como pode ser uma pessoa levando um choque.

    O funcionamento do DR é simples (não sei porque demoraram tanto para ter a idéia e inventá-lo), dentro de um Núcleo Toroidal (Anel de Ferrite, Pó de Ferro, etc) são enrolados os cabos que se deseja "monitorar", quando a quantidade  de corrente elétrica que entra no circuito é a mesma que sai, o DR mantem-se "armado", quando a corrente elétrica que sai é menor do que a corrente elétrica que entra no circuito, o DR "entende" como sendo uma fuga elétrica, então há um segundo dispositivo interno no DR que amplifica o sinal e calcula o valor da fuga, caso o valor esteja acima do projeto do DR (geralmente 30mA ou 300mA) o mesmo "desarma", desligando-se assim o circuito ao qual pertence a fuga.


A principais utilidades do DR são:


Caso uma pessoa do sistema elétrico leve um choque, em questão de milisegundos o DR desliga o circuito elétrico, evitando-se assim de que a pessoa seja eletrocutada, parece simples mas já salvou e poderia salvar muitas vidas por aí.

Aula em CadSimu Automação 2 Bombas Manual ou Automática



Neste vídeo o Prof Raimundo demonstra todo esquema diagramado em Simulador para instalar duas ou mais motobombas automatizadas, demonstra todo o circuito de forca e comando passo à passo, tipos de sensores e botoeiras aplicadas para acionamento automático ou manual.

O programa que o Professor Raimundo está utilizando é o CadSimu, simplismente o melhor simulador para automação e eletrotécnica disponível, se quiser baixar o Programa CadSimu acesse o site do Clube do instalador e procure por simulador, clique para acessar



Tipos de Instalação Inversores Weg CFW10


Um dos melhores equipamentos para sistemas de automação simples, o inversor de frequência atribui ao técnico instalador diversas facilidades e funcionalidades, neste vídeo você percebe que é possível acionar um motor trifásico em uma rede bifásica.


O que é Inversor de Frequência


O inversor de frequência tem como principal função alterar a frequência da rede que alimenta o motor, fazendo com que o motor siga frequências diferentes das fornecidas pela rede, que é sempre constante. Desta forma podemos facilmente alterar a velocidade de rotação do motor de modo muito eficiente.

Muitos imóveis residenciais não possuem rede trifásica e por muito tempo alguns tipos de produtos e equipamentos não eram possíveis serem instalados, com o advento do inversor isso mudou, e não para por ai, muitos recursos (depende modelo) pode ser atribuídos ao sistema, como frenagem, rampa, controle multispeed entre outros.



Como Armar e Desarmar Disjuntor de Forma Remota



Os disjuntores estão cada vez mais modernos e se ajustando as demandas, neste caso é um disjuntor Weg que possui interfaces e solenoides para uma interface e atuação de comandos à distância ou remotamente.

Um exemplo de uso para estes tipos de dispositivos é a utilização de uma discadora telefônica, acionando assim todo conjunto disposto no disjuntor caixa moldada.



Comando de Partida Direta Simples



A partida direta simples consiste em aplicar a corrente nominal diretamente aos motores, neste caso a partida direta esta associada a um comando específico que poderia ser com reversão, temporizada, entre outros.

Este tipo de partida direta é indicado para acionamentos simples do motor para uso continuo, no caso de vários acionamentos o mais indicado é o uso de outro tipo de partida, com chave compensadora, soft-starter ou inversores.

Isto é necessário por questões de economia elétrica e preservação dos motores, haja vista que muitas partidas tem pico de corrente elevada e desgasta os componentes do motor.



Aula Didática Princípios de Funcionamento Motor Elétrico



Existem inúmeras leis que regem o magnetismo, porém na questão dos motores elétricos observamos o princípio da indução eletromagnética, ou seja induz-se um campo magnético através da eletricidade, obtendo-se dessa forma força mecânica transformada por um campo eletromagnético.


Lei de Ampére



A Lei de Ampère afirma que o sentido do campo magnético é determinado pelo sentido da corrente. Dessa forma, invertendo o sentido da corrente, invertemos também o sentido do campo.

Essa relação é representada pela regra da mão direita: o polegar da mão direita indica o sentido convencional da corrente elétrica; e os outros dedos, ao envolverem o condutor por onde passa a corrente, dão o sentido das linhas de campo magnético. Veja uma representação para um condutor retilíneo.



Vídeo Curso - Resistência Elétrica



Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica mesmo quando existe uma diferença de potencial aplicada. Seu cálculo é dado pela Primeira Lei de Ohm, e, segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI), é medida em ohms.



Aprenda Crimpar Corretamente Terminais Elétricos e Usar Termoretrátil



Infelizmente o uso de terminais elétricos no Brasil pelos eletricistas ainda é pequena, principalmente na área residencial, muito disso se deve a mitos criados de que esses terminais se soltam em um "eventual" superaquecimento.

Porem ao contrário disso os terminais elétricos apresentam muita eficiência tanto em condutividade como em segurança, alem de ajudar na identificação permite melhor acomodação dos cabos sem contar com uma estética privilegiada.

No entanto para que isso se traduza em eficiência o eletricista deve saber os conceitos de crimpagem desses terminais elétricos bem como conhecer as ferramentas adequadas para cada tipo de terminal, por isso pior que um cabo sem terminal elétrico é um terminal elétrico mal crimpado, boa sorte !







Como Instalar Sensor de Barreira e Murros Intelbras IVA



Os Sensores de Barreira Ativa são conhecidos tecnicamente como IVA (Infra Vermelho Ativo) a altamente utilizados em muros, principalmente de condomínios devido sua alta eficiência, classificado como protetor de perímetro os sensores de barreira IVA é uma alternativa viável ao uso das cercas elétricas onde os requisitos não são atendidos.

São concebidos em duas unidades (transmissor e receptor) TX e RX possuindo diversos modelos de feixes e alcance, o mais utilizado desses sensores são os de feixe unico no entando há modelos de até 8 feixes ou mais dependendo da necessidade de segurança.

Mas os sensores de barreira não param por ai, são empregados também em maquinas industriais para comandar processos de automação, em como usado para automatizar cancelas eletrônicas e proteger sistemas de portão automático contra abalroamento.

Consulte o Manual deste produto em Intelbras



Portão Automático - Conserto de Placa Garen



Uma das Placas mais utilizadas para portões automático, a Garen é uma das melhores marcas do mercado, veja neste vídeo tutorial os principais defeitos de ocorrência da placa do motor Garen, aaixo segue uma dica para configurar e cadastrar controle da placa Garen.


Programando os controles portão automático Garen


Feche os terminais PROG com um jumper, e aguarde a central começar os procedimentos, por uns 5 segundos. Quando os leds vermelho e verde estiverem acesos sem piscar, aperte o botão do controle remoto que precisa cadastrar, e confirme no botão BOT da central enquanto o led verde estiver piscando (ao apertar o controle o led verde piscará indicando que recebeu o sinal). Após ser apertado o BOT da central, o botão do controle estará cadastrado. Faça o mesmo procedimento com todos os botões de controle remoto que quiser cadastrar.

Próximos passos: Cadastramento da função Automático e Semi-automático.
Retire o jumper dos terminais PROG, e em seguida, antes que os leds se apaguem, aperte o botão da central BOT por 3 vezes, com um espaço de 2 segundos entre elas. Após a terceira vez que apertar, os leds se apagarão e começará uma leitura do percurso. 





Como Identificar Cabos do Motor 6 Pontas e Testar Enrolamentos da Bobina



Realmente ninguém merece ter que instalar um motor sem identificação, no entanto há diversas técnicas para identificar motores sem anilhas ou com a tinta desgastada, apenas seguindo este tutorial, 


O motor de seis terminais ou popularmente conhecido como motor 6 pontas elétrico é um motor trifásico de corrente alternada esta máquina elétrica mais popular na aplicação industrial é sem sombra de dúvidas um excelente conversor de energia elétrica em mecânica. Seu surgimento se deu nas mão de Nicola Tesla  e o avanço tecnológico nos permite possuir hoje motores elétricos para todas as aplicações e seguimentos industriais.


Tipos de Fechamento Estrela Triangulo para Motores







Resenha de Instalação Temporizador com Contator



Bom pessoal, essa dupla dinâmica temporizador contatora é muito utilizada parra iluminação automática em industrias e comércios principalmente, de forma que este conjunto atende o requisito de ligar automaticamente com horários pré determinado pelo cliente, fazendo seu desligamento da mesma forma.


No vídeo o eletricista destaca que a instalação foi executada por outrem, de forma que está todo fora de padrão. no entanto e explicação é bem didática e de forma coloquial a formação do esquema (circuito) na prática.

Uma observação para esse tipo de dispositivo ( temporizador digital) tem um item contra, que é o caso de falta de energia por longo tempo que desregula e atrasa todo o esquema (salvo alguns modelos que possuem bateria interna) outro fator é que muitos modelos importados tem de ser reconfigurado para horários de verão no Brasil.


Considerações sore utilização de Temporizadores


Também é muito interessante acoplar à esse sistema um interruptor intermediário para atuar como by pass, de forma poder ser desligado em feriados, facultativos ou em dias em que o estaelecimento estará fechado por diversos motivos, principalmente em ambientes internos como quadras poliesportivas, estacionamentos, shoppings entre outros.


Na Prática Como Montar um Contato de Selo



O contato de selo é sempre ligado em paralelo com o contato de fechamento da botoeira. Sua finalidade é de manter a corrente circulando pelo contator, mesmo após o operador ter retirado o dedo da botoeira.



 
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